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IMPÉRIO ROMANO

texto enviado pela Profª Lindalva Garcia

Trabalho de Língua Portuguesa 1ºAno Ensino Médio
Professora Lindalva




A história de Roma Antiga é fascinante. De uma pequena cidade tornou-se um dos maiores impérios da antiguidade. A princípio, os romanos foram governados por reis, mais tarde por um senado e dois cônsules, até que Júlio César se fez senhor de Roma, assassinado este, seu sobrinho-neto Otávio César assumiu o poder, seguindo-o uma série de imperadores que reinaram em Roma até o século VI. Depois da queda do Império, Roma continuou sendo o centro da cristandade e o local de moradia dos papas. 
Origem de Roma - Mitologia: Os romanos explicavam a origem de sua cidade através do mito dos gêmeos Rômulo e Remo. Segundo a mitologia, os gêmeos foram abandonados junto ao rio Tibre e salvos por uma loba. Um pastor os recolheu e lhes deu os nomes de Rômulo e Remo. Depois de matar Remo numa discussão, Rômulo deu seu nome à cidade. 
Origem de Roma - História: Resulta da mistura de gregos, etruscos e italiotas que desenvolveram na região uma economia baseada na agricultura e nas atividades pastoris. A sociedade era formada por patrícios e plebeus. O sistema político era a monarquia. 
Monarquia: Num período lendário, Roma foi governada por sete reis que tinham poder absoluto. Por volta de 575 a.C., os reis etruscos dominaram Roma e influenciaram decisivamente o início da civilização romana. Aos poucos, esses reis deram lugar a outros monarcas, violentos e tirânicos, que desprezavam as opiniões do Senado. 
República: Durante o período republicano, o senado Romano ganhou poder político. Os senadores cuidavam das finanças públicas, da administração e da política externa. As atividades executivas eram exercidas pelos cônsules e pelos tribunos da plebe. A criação dos tribunos da plebe está ligada às lutas dos plebeus por uma maior participação política e melhores condições de vida. Uma das conquistas destas lutas foi a Lei das Doze Tábuas que acabou com a escravidão por dívidas. 
Império Romano: A diferença entre Império e República está na forma como os corpos governativos são instituídos. Pode-se definir como República um sistema de governo que leva em consideração os interesses dos cidadãos, estes elegem os seus representantes que irão governar a nação por um determinado período de tempo. No Império o governante, neste caso o imperador, é legitimado muitas vezes através de um golpe militar, ou de uma "suposta" descendência divina. Diferente da República, o cargo do governante do império é vitalício. 
Pão e Circo: A escravidão gerou muito desemprego na zona rural, esta massa de desempregados migrou para as cidades romanas em busca de empregos e melhores condições de vida. O imperador criou a política do Pão e Circo, que consistia em oferecer alimentação e diversão, a população carente acabava esquecendo os problemas da vida, diminuindo as chances de revolta. Cultura: Foi muito influenciada pela cultura grega. Os balneários romanos espalharam-se pelas grandes cidades. Eram locais onde os senadores e membros da aristocracia romana iam para discutirem política e ampliar seus relacionamentos pessoais. A mitologia romana representava formas de explicação da realidade que os romanos não conseguiam explicar de forma científica. 
Língua: A língua romana era o latim. Durante séculos, depois da Queda do Império Romano, continuou a ser utilizado em toda a Europa como língua culta. Atualmente é idioma oficial na Cidade do Vaticano. Religião: Os romanos eram politeístas, acreditavam em vários deuses que possuíam características de seres humanos. Em honra desses deuses eram realizadas festas, jogos e outras cerimônias. Os cidadãos buscavam proteção nos espíritos domésticos chamados lares, a quem rendiam culto dentro de casa. Arte: Inspirada no modelo grego, incorporou as formas e as técnicas de outras culturas do Mediterrâneo. Os romanos tinham o hábito de pintar nas paredes, imitando janelas e varandas que reproduziam cenas externas com paisagens e animais, dando uma idéia de maior tamanho ao ambiente.  
Engenharia e arquitetura: A arquitetura deriva da arquitetura grega. Alguns edifícios propagaram-se por toda a Europa: o aqueduto, a basílica, a estrada romana, o Domus, o Panteão e o Arco do Triunfo. Patrícios e plebeus: Os patrícios eram os descendentes das famílias dos antigos chefes tribais, no início da República constituíam a classe dirigente. Já os plebeus não tinham linhagem aristocrática e não possuíam direitos políticos. 
No século III a.C., após as guerras, surgiram novas camadas sociais, a organização Dialeto seria um sistema de sinais originados de uma língua comum, viva ou desaparecida; normalmente, com uma concreta delimitação geográfica, mas sem uma forte diferenciação diante dos outros dialetos da mesma origem. De modo secundário, poder-se-iam também chamar dialetos as estruturas linguísticas, simultâneas de outra, que não alcançam a categoria de língua

Grupo de Dança - Art Dança Superação

Grupo Art Dança Superação.
Alunos da escola Bartholomei...

Integrantes: Aline Pacheco, Carolina Alcântara, Juliana Vital, Maiara Rodrigues, Monike Rodrigues, Daiane dos Santos, Victória Rodrigues, Natasha Araujo, Diana Baerbosa, Gleidsnely Nascimento, Juan e Careyn Alcântara
Prof. Israel

Apresentação na Escola

Apresentação no Teatro Armando de Ré

FILME: EnJaulados


Ano de Lançamento: 1998
Gênero: Suspense

Sinopse:

Walmsley, é um professor substituto encarregado de dar aulas para um grupo de adolescentes desajustados totalmente fora de controle. A escola não tem dinheiro, os professores se preocupam apenas em sobreviver e compromissos ilegais impedem qualquer mudança radical. A todo momento ele é insultado e atacado pelos alunos. Cansado de enfrentar tanta humilhação, ele resolve contra atacar. Seqüestra seus alunos e, em um lugar distante, os prende nus em uma jaula eletrificada para uma nova e dura reeducação. Agora, eles terão que aprender… por bem ou por mal!

Assista ao filme on line


Nossa opinião: O filme traz uma temática interessante, mas o enredo fica um pouco perdido. Apesar de ser de 1998, há uma verossimilhança no filme que traduz muito bem uma realidade atual em muitas escolas do nosso estado/país, principalmente no que tange o papel do professor e sua situação. Graças não ser completamente nossa realidade (do Bartho). Não estamos falando de um filme bom, na verdade se trata de um filme regular com um filnal curioso e surpreendente - interessante apenas. Obs: O filme contém cenas de nudez.

É O RACISMO, ESTÚPIDOS!

 texto enviado pela Profª Priscila (Matemática)

É O RACISMO, ESTÚPIDOS!
JOSÉ VICENTE


"O racismo é perigosamente destrutivo 
e enganador; tanto quanto repudiá-lo, 
também é indispensável combatê-lo 
sem trégua e sem piedade."


Dez anos depois da primeira Conferência Mundial contra o Racismo e a Xenofobia de Durban, África do Sul, as mazelas e os perigos do racismo acenderam a luz vermelha e a ONU, instituindo 2011 como o Ano Internacional dos Afrodescendentes, volta a conclamar a comunidade de nações a se debruçar sobre os equívocos e a ineficiência das políticas antirracistas, por conta do recrudescimento dos níveis de racismo e discriminação racial contra os negros no mundo.

Recentes bananas oferecidas aos jogadores brasileiros Neymar e Roberto Carlos, as agressões verbais, os sons imitativos de macacos e as vaias das torcidas nas praças esportivas contra jogadores negros dão a dimensão da gravidade da situação, obrigando a Fifa e órgãos ligados ao esporte a tomar medidas severas para prevenção, punição e combate ao racismo, dentro e fora dos gramados.

Surrealismo, ambiguidade, hipocrisia, cinismo, desfaçatez, indiferença e tantos outros adjetivos jorram na literatura quando se analisa a tão vilipendiada trajetória do negro no Brasil. Todos apontam o racismo e ninguém consegue encontrar um racista. Junta-se a eles, a partir de agora, a estupidez.

Estúpido, este foi o adjetivo com que o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT/SP), definiu seu colega Jair Bolsonaro (PP/ RJ), por ocasião de suas maldades racistas e preconceituosas contra a cantora negra Preta Gil e os homossexuais em geral por meio de veículos de comunicação de massa.

O adjetivo em questão, seguramente, pode ser estendido a seus colegas congressistas Jaime Campos (DEM/ MT), que se referiu ao ministro negro do STF, Joaquim Barbosa, como "moreno escuro", por ter esquecido seu nome, Marcos Feliciano (PSC/SP), que responsabilizou a África e os negros africanos por todos os males do mundo, e ao senador Demóstenes Torres (DEM/GO), que, no plenário do STF, disse que a mulher negra gostava de ser seviciada pelo senhor.

Como inocentes úteis, tais nada inocentes parlamentares, protegidos pela impunidade, destilam em praça pública os venenos que reservavam para ambientes privados.

Flertando com os veículos de comunicação, são a fina e rejuvenescida flor daquela corrente que faz um mau uso do direito de expressão para fins pessoais inconfessáveis, colocando o mandato popular a fomentar, voluntária ou involuntariamente, mas de modo igualmente irresponsável, o ódio racial.

Como a resultante dos estúpidos é a estupidez, a retórica dissimulada em ideia livre e democrática é, na verdade, a correia de transmissão para os também estúpidos integrantes das gangues organizadas que, em São Paulo, no ambiente cibernético e à luz do dia, pregam e praticam a perseguição, a agressão e a eliminação de negros, de judeus e de homossexuais.

É o combustível que encoraja os estúpidos das forças policiais, que, na Bahia, conforme noticiou esta Folha, dizimam a juventude negra brasileira. É o estímulo final aos seguranças de shopping centers e supermercados de grife, que vigiam os negros nas passarelas e batem em sua caras nas salas de segurança e em estacionamentos.

O racismo é perigosamente destrutivo e sutilmente enganador. Ele tateia sutilmente pelas frestas e se mistura sinuosamente como naturalidade cotidiana; tanto quanto repudiá-lo, é indispensável combatê-lo sem trégua e sem piedade.

Sem diminuí-lo e sem ignorá-lo. A ONU e a Fifa estão corretas, assim como o deputado Vaccarezza. É o racismo, estúpidos!


JOSÉ VICENTE, advogado, mestre em administração e doutorando em educação pela Universidade Metodista de Piracicaba, é reitor da Faculdade Zumbi dos Palmares.

A Revolta da Chibata.

 texto enviado pelo Profª Enilda (História e Mediadora)

Documentário mostra a revolta que pôs fim ao uso da chibata pela Marinha de Guerra antiga

 
Quarta-feira, 13 de Abril de 2011

Em 1910, ocorreu uma rebelião militar na Marinha do Brasil: a Revolta da Chibata. Naquela época, o recrutamento militar era obrigatório e acabava recaindo sobre a população mais pobre, que não contava com prestígio político para livrá-la do serviço militar obrigatório. O corpo militar tinha uma série de castigos físicos sob seus membros inferiores (soldados, cabos e sargentos), quase todos por desvio de conduta, e que eram feitos com açoitamentos.

Após a condenação de Marcelino Rodrigues Meneses a 250 chibatadas, em 1910, com obrigatoriedade do restante dos marinheiros a assistirem ao castigo, esses se revoltaram. E, em 22 de novembro, durante a noite, eles se rebelaram e tomaram o controle do navio Minas Gerais. Outros três navios: São Paulo, Bahia e Deodoro, aderiram ao movimento. Seu líder foi o marinheiro João Cândido. O comandante do Minas Gerais, junto com outros oficiais acabou sendo morto, e o conflito ganhou dimensões de luta armada, ocorrendo morte também do lado dos marinheiros. Por iniciativa do senador Rui Barbosa, o então presidente Hermes da Fonseca aprovou uma proposta que atendia os marinheiros e ainda lhes concedia anistia, ou seja, eles não seriam presos. O ex-presidente ficou sem saída, uma vez que os navios estavam ancorados na Baía de Guanabara, apontados diretamente para o centro da cidade. Dessa forma, os revoltosos depuseram armas e se entregaram às autoridades. As reivindicações dos rebelados eram duas: o fim dos castigos corporais e a melhoria na alimentação.

Os castigos foram realmente encerrados, porém, a anistia não ocorreu. Os líderes do movimento foram presos, entre eles João Cândido. As condições no cárcere eram extremamente degradantes e muitos desses líderes morreram na prisão. João Cândido, porém, sobreviveu e acabou absolvido em julgamento realizado em 1912. Faleceu em 1969 e ficou conhecido como o Almirante Negro.

Agora essa história será lembrada no documentário Cem anos sem chibata, do diretor Marcos Manhães Marins, que a TV Brasil estreia no sábado (16), às 22h.

Com a participação de historiadores brasileiros e estrangeiros, parentes de João Cândido, líderes de movimentos sociais, marinheiros, almirantes, e do ator Antônio Pitanga, o longa contém trechos do único registro de voz de João Cândido, “depoimento para posteridade”, dado em entrevista a Ricardo Cravo Albin, no Museu da Imagem e do Som, em 1968.

Cem anos sem chibata confronta a história oficial com a historiografia acadêmica e a tradição oral, para revelar melhor as causas e consequências da revolta que acabou com a chibata pela Marinha de Guerra antiga. A última vez que um marinheiro levou chibatadas aqui no Brasil foi em 21 de novembro de 1910. Há alguns meses, portanto, o país todo comemorava os 100 anos do fim daquele castigo. Hoje, já fora do ambiente de comemorações, investiga-se a importância do fato, e estratégias dos movimentos sociais e das instituições militares sobre o tema. Inédito.

Foto: Reprodução
Fonte: http://tvbrasil.org.br

BOLSAS DE ESTUDO

enviado pelo ex-aluno Isac Santos Andrade

Uma dica muito bacana enviada pelo ex-aluno Isac que cursa o hoje o Ensino Médio na Etec de Suzano. Para quem pretende ganhar uma bolsa de estudos, sabemos que nada é facíl, mas quando se tem metas o caminho fica mais visível e tudo dá certo do final.



(Para Alunos do 9ºAno - 8ª série) Bolsas para o Ensino Médio
obs: alunos do 8ºano - 7ª série poderão fazer a prova como treineiros
Há uma aula preparatória um dia antes na Escola (Muito legal mesmo)
(a duração d aprova é de 4 horas com 60 questões de multiplica escolha) 


(para alunos do 9°ano - 8ªsérie) Preparação para OBMEP !


(para alunos do 6ºano - 5ªsérie e 9°ano - 8ªsérie) Desafio de Matemática e PortuguÊs
http://www.objetivo.br/conteudo.asp?ref=cont&id=703


Pré Vestibular 


REPROVADO!!!

texto enviado pela Profª Enilda (História-Mediadora)

Sociedade deve reprovar qualquer tipo de ato contra qualquer grupo, diz Luiza Bairros

 



Qualquer tipo de ato de discriminação contra qualquer grupo, sejam negros ou homossexuais, deve ser motivo de reprovação geral por toda a sociedade. A declaração foi feita pela ministra da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Luiza Bairros, no programa Bom Dia Ministro que foi ao ar nesta sexta-feira (1/4), ao ser questionada sobre as recentes declarações do deputado Jair Bolsonaro (PP/RJ). A ministra declarou ainda que o protagonismo, neste caso, é do Legislativo, e que a própria Câmara dos Deputados tem se encarregado de tomar as medidas no sentido de avaliar se as declarações do deputado devem ou não ser punidas.

“Existem várias representações de diferentes deputados para o Conselho de Ética da Câmara, e nós esperamos que o Poder Legislativo tenha a capacidade de tomar a decisão que lhe parecer mais coerente, coerente inclusive com toda a reação que nós temos visto em setores da sociedade”, afirmou Luiza Bairros.

Na avaliação da ministra, esse é mais um caso que vai ajudar sociedade brasileira a criar as suas próprias defesas contra atos conservadores e racistas que, neste momento, não contribuem nem um pouco com o processo de construção de uma democracia racial e de uma possibilidade de igualdade racial no país.

A respeito da campanha “Igualdade Racial é Para Valer”, lançada neste mês pela Seppir, e que tem entre seus objetivos a redução do índice de homicídios contra a população negra, Luiza Bairros esclareceu que o alcance dessa meta depende de um conjunto de medidas coordenadas que toquem em várias áreas da vida social. Segundo ela, a morte física é apenas o final da linha de um processo de várias outras “mortes” que acometem esses jovens, já que também acontece uma “morte” intelectual, uma “morte” das expectativas em relação ao mercado de trabalho, e também uma “morte” cultural quando ocorre a discriminação das manifestações culturais a que esses jovens são ligados. A ministra destacou que na campanha há medidas a serem tomadas com foco mais específico na questão da segurança pública. Mas não se pode pensar em taxas de homicídios tão altas como sendo decorrência, apenas, da dimensão da segurança, enfatizou ela.

Luiza Bairros também avaliou, durante a entrevista, a questão do crescente racismo na internet. Segundo ela, na medida em que as conquistas relativas ao povo negro vão ficando mais evidentes, vão se tornando mais evidentes também as reações de determinados setores: “Na verdade, o que essas pessoas querem é que a sociedade permaneça exatamente do modo que sempre foi. Quando se faz um movimento no sentido de maior igualdade de oportunidades, existem setores que se sentem prejudicados com isso, como se fossem perder um direito, quando o que nós estamos fazendo é buscar um tipo de situação onde nenhum grupo racial tenha privilégios pelo fato de pertencer, do seu pertencimento.” Na avaliação da ministra, o racismo é algo que tem a ver com poder: se você mexe na posição dos grupos raciais, você também ataca determinados interesses; daí essas reações mais explicitas contra qualquer possibilidade de igualdade na nossa sociedade, explicou ela.

Sobre as políticas adotadas pelo país para a promoção da igualdade, como as cotas, criticadas inclusive por alguns segmentos de que poderiam reforçar o preconceito, Luiza Bairros explicou que nenhuma pessoa negra é obrigada a fazer uso desse direito. Segundo ela, a pessoa negra – que tem acesso a determinados espaços, como universidades, em função de ações afirmativas que são feitas para facilitar seu acesso – tem o direito de opinar e dizer que não quer dessa forma, que vai fazer da forma tradicional. O que não pode, esclareceu a ministra, é retirar o direito de quem queira se utilizar desse tipo de mecanismo.

Durante a entrevista, a ministra reiterou por diversas vezes que quando se fala nos negros, está se falando de metade da população brasileira. Apesar disso, disse ela, “nós temos lido nos jornais a questão da falta de mão de obra em vários setores que são vitais para nós. Será que nós estaríamos vivendo esse tipo de crise no mercado de trabalho se nós tivéssemos ao longo da história do Brasil, incluído a população negra? Eu acredito que não.” Na avaliação da Ministra, em um país como o Brasil, que se prepara e caminha para ser uma das nações mais importantes do mundo, e que tem em curso diversos programas governamentais importantes para a melhoria da infraestrutura do país, que mobilizam a economia e ampliam o mercado de trabalho, “não se pode abrir mão da metade da população em um momento como este, é impossível”.

FONTE: Blog do Planalto - Sexta-feira, 1 de abril de 2011 às 12:09

4ª MOSTRA JUVENIL DE ARTES CÊNICAS DE SUZANO


enviado pelo Prof. Gilson de filosofia


4ª MOSTRA JUVENIL DE
ARTES CÊNICAS DE SUZANO


A Mostra objetiva estimular os processos de criação e, por conseqüência, movimentar o pensamento cultural no município, divulgar novos talentos, valorizar as artes cênicas e incentivar as manifestações culturais.

A Prefeitura de Suzano, por meio da Secretaria de Cultura, promoverá nos dias 8, 9, 10, 11, 15, 16, 17, 18, 19 e 20 de julho de 2011 a 4ª Mostra Juvenil de Artes Cênicas de Suzano.



A Origem Filosófica das Ciências Ocidentais

texto enviado pelo Prof. Gilson de Filosofia

TEXTO PARA CONCLUSÃO DA ATIVIDADE SOLICITADA PELO PROFESSOR GILSON DE FILOSOFIA



Scientific American Brasil

A Origem Filosófica das Ciências Ocidentais

Não há verdadeira evolução do conhecimento sem o pensamento e a reflexão

            Que as nossas ciências nasceram com os antigos gregos, parece um fato estabelecido. Mas, o que pouca gente sabe é que elas tiveram sua origem e desenvolvimento no seio das primeiras escolas filosóficas (entre os séculos VI e V a. C.). Assim, mesmo trazendo elementos herdados do Oriente (Egito, Caldéia...), as ciências surgidas no Ocidente trazem a marca do espírito crítico e especulativo dos filósofos - os responsáveis, no campo do saber, pelo  movimento de ruptura com o mundo mágico-religioso e seus “mestres da verdade”. De início, é mesmo difícil dizer onde termina a filosofia e onde começa a ciência, embora Aristóteles tenha procurado diferenciar as ciências “teoréticas” (as dos princípios e das causas, tal como a filosofia) das ciências “práticas” (ligadas à experiência e com fins mais utilitários). De qualquer forma, ainda não se pode falar, nesta época, de uma ciência experimental – tal como hoje a concebemos.

            De fato, será preciso chegar ao século XVI (ou mesmo ao XVII) para que as ciências assumam definitivamente sua orientação prática, amparada na experimentação. Galileu – símbolo da ciência moderna – será responsável (juntamente com o filósofo Descartes) por lançar as bases deste novo saber. De certa forma, embora estas novas ciências sejam mais autônomas que as antigas, elas permanecerão herdeiras conceituais da filosofia. Sem dúvida, muitos estudiosos defendem a tese de que a “razão ocidental” é uma invenção dos gregos. Correta ou não, a questão é que as ciências realmente receberam seus princípios e fundamentos da filosofia – e isto abrange desde a noção de verdade, como coisa em si absoluta, até os seus métodos de investigação (é preciso lembrar que a indução e a dedução já eram objetos de análise da filosofia antiga).

            Mas, é claro que- desde meados do século XIX, com o positivismo – a filosofia já não ocupa mais o seu posto de ciência maior e mais geral, de grande sistematizadora do saber. A crescente aversão à metafísica e a redução equivocada da filosofia a um mero saber técnico e formal (obra de muitos lógicos e linguistas) acabou levando a um enfraquecimento de sua natureza crítica e criadora. Mas, ainda assim ela teve um papel considerável na formação do solo epistêmico do século XX (atestado pela teoria quântica e pela relatividade). Em suma, a filosofia é, e continuará sendo, a ciência que elabora os conceitos e que reflete criticamente acerca do mundo e do próprio conhecimento; uma ciência que opera essencialmente com os fundamentos do saber em geral. Teórica por natureza, nem por isso ela deixa de ter um fim prático – que, neste caso, está relacionado à transformação da própria realidade.  Não há verdadeira evolução do conhecimento sem o pensamento e a reflexão (já que, longe disso, todo saber corre o risco de se dogmatizar).

            De qualquer modo, quem sofre com tais atitudes são os próprios saberes que, além de se perderem nessa excessiva fragmentação, ainda enfraquecem aquela que sempre foi a sua maior aliada na luta contra o “pensamento religioso” (que costuma infiltrar-se tanto na filosofia quanto nas próprias ciências) e contra os interesses que, só na aparência, estão trabalhando em prol da vida e do progresso humano.

Regina Schöpke - É Doutora em Filosofia pela UNICAMP (2007), Pós-Doutora em Filosofia pela UNICAMP (2010), Mestra em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1999) e Mestra em História Medieval pela Universidade Federal Fluminense (1996).

Fonte: Scientific American Brasil – www.sciam.com.br

Dica de Filme: VERMELHO COMO O CÉU


 Anos 70. Mirco (Luca Capriotti) é um garoto toscano de 10 anos que é apaixonado pelo cinema. Entretanto, após um acidente, ele perde a visão. Rejeitado pela escola pública, que não o considera uma criança normal, ele é enviado a um instituto de deficientes visuais em Gênova. Lá descobre um velho gravador, com o qual passa a criar estórias sonoras.

Pensamento do Dia

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" Milagres acontecem quando a gente vai à luta"
(Poeta Sérgio Vaz)


"Viver é como andar de bicicleta: É preciso estar em constante movimento para manter o equilíbrio"

(Albert Einsten)


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