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Oficina de Malabares


UM DIA NA ESCOLA DO MEU FILHO
Neste sábado (25/05) - 9h
       Estão todos convidados para a Oficina de Malabares!!! 



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Inglês Online - Pré-inscrições abertas

Queridos alunos e alunas do Ensino Médio Regular e da EJA, não percam esta oportunidade!!!
As pré-inscrições para o segundo semestre do Curso de Inglês Online terão início no dia 20 de maio, em conformidade com o seguinte calendário:

20/05 a 17/06: pré-inscrições
18/06 (após 18h): publicação da lista dos alunos selecionados para matrícula
20/06 a 25/06: matrículas nas escolas (1ª chamada)
26/06 (após 18h): publicação da lista dos alunos convocados para a 2ª chamada
27/06 a 1°/07: matrículas nas escolas (2ª chamada)
02/07: publicação da lista dos alunos convocados para a 3ª chamada
03/07 a 08/07: matrículas nas escolas (3ª chamada)
Faça sua pré-inscrição neste link:
http://www.educacao.sp.gov.br/evesp/cursos/








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Reflexão sobre Rosa de Hiroshima, de Vinícius de Moraes

Análise – Rosa de Hiroshima – Vinícius de Moraes

Hoje gostaria de falar mais um pouco sobre a poesia e sua musicalidade. E nada melhor para isso que fazer uma análise de um poema que se tornou uma famosa música: Rosa de Hiroshima (ou Hiroxima), de Vinícius de Moraes.

Vinícius de Moraes ficou famoso por seus sonetos que são quase como louvações ao amor. Feitos com bastante rigor metodológico, abriram um grande espaço para a poesia na sociedade, pois tratavam de temas populares e eram de fácil entendimento.

Mas Vinícius também possui diversos poemas de assuntos não tão agradáveis, porém sem ser menos bonitos e louváveis, como é o caso de "Rosa de Hiroshima", que trata do ataque nuclear americano à cidade de Hiroshima no Japão, durante a Segunda Guerra Mundial.

Vamos à letra e à musica:

Pensem nas crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas, oh, não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroshima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A anti-rosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa, sem nada



Na primeira parte do poema, os versos são formados por cinco sílabas, tendo começos e fins definidos por consoantes que os separam. Além disso, a primeira sílaba é sempre tônica para marcar o começo de um novo verso. Perceba:

Pen sem nas cri an/ ças
Mu das te le pá/ ticas

Isso dá um ritmo mais cadenciado à leitura dos versos, como que criando fotos e dando tempo para que o leitor realmente “se lembre” das imagens que o poeta quer passar e reflita. Cada par de versos, uma foto.

Então chegamos aos versos que ficam ao meio do poema: “Mas, oh, não se esqueçam / Da rosa da rosa”. Até aí, as imagens eram sobre as consequências da bomba atômica e sua radioatividade. Agora, ele pede que nos lembremos da bomba, em si, simbolizada pela rosa em alusão à flor de dejetos e fumaça que a bomba criou. E, a partir daí, o poema muda.

Os versos passam a ter seis sílabas e todos fazem parte de uma única imagem – a da bomba – portanto, devem ser interligados. Como fazer isso? Produzindo uma sinérese entre vocábulos e versos (ligando duas vogais, a do fim da última palavra de um verso com a do início do próximo verso, num fonema só). Por isso desde o início da nova foto (“Da rosa de Hiroshima”), todos os versos são terminados em vogal e iniciados com outra.

Veja:

Da rosa de Hiroshima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida

O poema termina com uma última parte, com dois versos, novamente em redondilha menor (cinco sílabas) e iniciados em consoantes: “Sem cor sem perfume / Sem rosa, sem nada.”, que mostram novamente, as consequências da bomba, deixando o local desabitado, sem vida.




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Projeto: Minha escola tem uma horta: sustentabilidade e colaboração em ação

Pessoal, este projeto pretende fazer uma horta vertical em nossa escola com o envolvimento e colaboração dos alunos, professores e comunidade local.
O principal objetivo do projeto é exercitarmos a sustentabilidade e a colaboração.

O primeiro passo será dado no próximo sábado, dia 18/04, às 10h.
Estão todos convidados!!!
Vamos transformar nossa escola na escola que a gente quer!!!

E quem puder e tiver, estamos precisando de GARRAFAS PET para plantarmos as  hortaliças.
Por favor, levem a garrafa para a escola e entreguem para a Tainá do 3º A ou para a professora Eva.

Esperamos todos nesse sábado com muita alegria!!!


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A fina ironia de Machado de Assis sobre a Abolição da Escravatura


machado e a abolicao

Texto importante para entendermos o posicionamento de Machado de Assis sobre a Abolição da Escravatura. Percebam a ironia que permeia toda a crônica do autor. 

Na crônica abaixo, Machado de Assis aborda com ironia a questão da abolição da escravatura, que havia ocorrido no dia 13 de maio de 1888. 



Bons dias!
Eu pertenço a uma família de profetas après coup, post factum, depois do gato morto, ou como melhor nome tenha em holandês. Por isso digo, e juro se necessário fôr, que tôda a história desta lei de 13 de maio estava por mim prevista, tanto que na segunda-feira, antes mesmo dos debates, tratei de alforriar um molecote que tinha, pessoa de seus dezoito anos, mais ou menos. Alforriá-lo era nada; entendi que, perdido por mil, perdido por mil e quinhentos, e dei um jantar. 
Neste jantar, a que meus amigos deram o nome de banquete, em falta de outro melhor, reuni umas cinco pessoas, conquanto as notícias dissessem trinta e três (anos de Cristo), no intuito de lhe dar um aspecto simbólico. 
No golpe do meio (coup du milieu, mas eu prefiro falar a minha língua), levantei-me eu com a taça de champanha e declarei que acompanhando as idéias pregadas por Cristo, há dezoito séculos, restituía a liberdade ao meu escravo Pancrácio; que entendia que a nação inteira devia acompanhar as mesmas idéias e imitar o meu exemplo; finalmente, que a liberdade era um dom de Deus, que os homens não podiam roubar sem pecado. 
Pancrácio, que estava à espreita, entrou na sala, como um furacão, e veio abraçar-me os pés. Um dos meus amigos (creio que é ainda meu sobrinho) pegou de outra taça, e pediu à ilustre assembléia que correspondesse ao ato que acabava de publicar, brindando ao primeiro dos cariocas. Ouvi cabisbaixo; fiz outro discurso agradecendo, e entreguei a carta ao molecote. Todos os lenços comovidos apanharam as lágrimas de admiração. Caí na cadeira e não vi mais nada. De noite, recebi muitos cartões. Creio que estão pintando o meu retrato, e suponho que a óleo. 
No dia seguinte, chamei o Pancrácio e disse-lhe com rara franqueza: 
- Tu és livre, podes ir para onde quiseres. Aqui tens casa amiga, já conhecida e tens mais um ordenado, um ordenado que... 
- Oh! meu senhô! fico. 
- ...Um ordenado pequeno, mas que há de crescer. Tudo cresce neste mundo; tu cresceste imensamente. Quando nasceste, eras um pirralho dêste tamanho; hoje estás mais alto que eu. Deixa ver; olha, és mais alto quatro dedos... 
- Artura não qué dizê nada, não, senhô... 
- Pequeno ordenado, repito, uns seis mil-réis; mas é de grão em grão que a galinha enche o seu papo. Tu vales muito mais que uma galinha. 
- Justamente. Pois seis mil-réis. No fim de um ano, se andares bem, conta com oito. Oito ou sete. 
Pancrácio aceitou tudo; aceitou até um peteleco que lhe dei no dia seguinte, por me não escovar bem as botas; efeitos da liberdade. Mas eu expliquei-lhe que o peteleco, sendo um impulso natural, não podia anular o direito civil adquirido por um título que lhe dei. Êle continuava livre, eu de mau humor; eram dois estados naturais, quase divinos. 
Tudo compreendeu o meu bom Pancrácio; daí pra cá, tenho-lhe despedido alguns pontapés, um ou outro puxão de orelhas, e chamo-lhe bêsta quando lhe não chamo filho do diabo; cousas tôdas que êle recebe humildemente, e (Deus me perdoe!) creio que até alegre. 
O meu plano está feito; quero ser deputado, e, na circular que mandarei aos meus eleitores, direi que, antes, muito antes da abolição legal, já eu, em casa, na modéstia da família, libertava um escravo, ato que comoveu a tôda a gente que dêle teve notícia; que êsse escravo tendo aprendido a ler, escrever e contar, (simples suposições) é então professor de filosofia no Rio das Cobras; que os homens puros, grandes e verdadeiramente políticos, não são os que obedecem à lei, mas os que se antecipam a ela, dizendo ao escravo: és livre, antes que o digam os poderes públicos, sempre retardatários, trôpegos e incapazes de restaurar a justiça na terra, para satisfação do céu. 
Boas noites. 
Texto extraído do livro 
Assis, Machado de. Obra Completa, Vol III. 3ª edição. José Aguilar, Rio de Janeiro. 1973. p. 489 - 491.

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Inscrição no Enem, não deixe para o último dia!!!


Pessoal, estão abertas as inscrições pra o Enem 2013.
O período para fazer as inscrições é de 13/04 a 27/05, mas não deixe para a última hora. Lembre-se que no último dia o site do Inep sempre fica congestionado.
Garanta sua tranquilidade e inscreva-se o mais rápido possível. Não perca tempo!!!
Abaixo o site para fazer a inscrição.

http://www.enem.inep.gov.br/




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Pensamento do Dia

" Milagres acontecem quando a gente vai à luta"
(Poeta Sérgio Vaz)


"Viver é como andar de bicicleta: É preciso estar em constante movimento para manter o equilíbrio"

(Albert Einsten)


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