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ESCOLAS ESTADUAIS DE TEMPO INTEGRAL

Escolas estaduais de tempo integral têm 50 mil novas vagas

Categoria São 532 unidades com jornada diária de até 9 horas e meia; ensino fundamental e médio são atendidos

A rede de ensino paulista começa o ano letivo com 50 mil novas vagas em escolas de tempo integral no estado. Com a inclusão de mais 39 unidades neste modelo, são  532 distribuídas pela capital, região metropolitana e interior. No Portal da Educação (www.educacao.sp.gov.br) é possível fazer uma busca por município e escolher a escola mais próxima.
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O ensino de tempo integral se destaca por levar aos alunos um currículo inovador e uma estrutura física com laboratório e espaços de aprendizagem. Além das disciplinas previstas na base nacional (Língua Portuguesa, Matemática e Ciências), a grade inclui matérias eletivas organizadas em parceria entre alunos e docentes.
Aos alunos do 1º ao 5º ano, por exemplo, a parte diversificada é composta por aulas livres de educação socioemocional, experimentação científica e até assembleia.
Já os docentes trabalham em regime de dedicação exclusiva. Assim, a jornada diária é dividida entre a sala de aula, as atividades de tutoria e a pesquisa. Em contrapartida, esses profissionais recebem uma gratificação de 75% em relação ao salário base. Um processo seletivo, que considera o tempo na rede e as habilidades, é realizado todos os anos.
Rendimento superior
A extensão da jornada de estudo é uma das apostas da Secretaria para aprimorar o ensino em São Paulo. O resultado já pode ser visto nas avaliações internas e externas da rede. No Idesp, índice que mede o rendimento dos ciclos em Língua Portuguesa e Matemática, as escolas de Ensino Médio em tempo integral registraram um crescimento de 26%. Além do modelo, São Paulo investe em Centros de Línguas, programas de tecnologia e ferramentas de estudos que também visam ampliar o tempo de estudo dos alunos.
 
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 Inclusão social de alunos e professores travestis e transexuais é pauta na Educação

Secretaria realiza inúmeras ações para a inclusão de transexuais e travestis na rede

No próximo dia 29 de janeiro, é celebrado o Dia Nacional da Visibilidade de Travestis e Transexuais, data importante que marca a luta contra a transfobia e a maior visibilidade e direitos humanos para a comunidade transexual no Brasil. Nas últimas décadas, o tema marcou um avanço na política de justiça social e de direitos humanos no Estado de São Paulo. Um exemplo disso foi a criação da Lei Nº 10.948, em 2001, e que aplica penalidades sobre a prática de discriminação em razão de orientação sexual e identidade de gênero.
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Na área socioeducativa, por exemplo, Secretaria da Educação realiza diversas ações e programas com o intuito de garantir a inclusão e a diversidade de estudantes, professores e funcionários travestis e transexuais. Entre os destaques, estão palestras, seminários e oficinas sobre o assunto, além de orientação técnica da equipe para a diversidade sexual e de gênero da Secretaria.
A Educação também oferece videoconferências e cursos de formação continuada sobre a temática por meio da Rede do Saber, que integra a Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Professores (EFAP), além de documentos que visam auxiliar o educador em metodologias de trabalho e tratamento nominal de discentes travestis ou transexuais, que têm direito de serem chamados exclusivamente pelo nome social, conforme a Deliberação do Conselho Estadual da Educação, resolução nº 45.

Tais ações e práticas são oriundas do II Plano Estadual de Enfrentamento à Homofobia: metas e ações da Secretaria da Educação, aprovado em 2013 pela Educação por meio do Comitê de Políticas Educacionais. A ação norteia a comunidade transexual no enfrentamento às práticas discriminatórias nos ambientes educacionais, formações de professores para lidar com questões envolvendo à sexualidade e também a produção de materiais educativos para o uso nas salas de aula.
“As ações desenvolvidas pela Secretaria da Educação para travestis e mulheres e homens transexuais buscam garantir o reconhecimento da identidade de gênero e assegurar uma educação pública equânime e de qualidade. Isso pode ser identificado na ampliação dos direitos como a instituição do uso do nome social, nos investimentos na formação dos recursos humanos e na produção de subsídios pedagógicos”, afirma Thiago Sabatine, professor responsável pela Equipe Técnica de Educação para a Diversidade Sexual e de Gênero da Coordenadoria de Gestão da Educação Básica (CGEB).
Número de alunos travestis e transexuais na rede
Em setembro de 2015, a Educação constatou 182 registros de indicação de nome social no Sistema de Cadastro de Alunos, sendo 148 registros de uso do nome social por mulheres (81%) e 34 por homens (19%). Com relação à modalidade de ensino, 110 alunos estão matriculados na Educação de Jovens e Adultos (EJA). Já nos ensinos Fundamental e Médio, estão matriculados 72 alunos (as), número que corresponde a 40% do total.
Destaca-se ainda que 31 estudantes com nome social estão matriculados no turno da manhã. Já no turno da tarde são apenas oito. O período noturno é o que mais registra travestis e transexuais. Ao todo, são 142 estudantes, que correspondem a 78% do total. Além disso, a Educação possui um aluno no turno integral.

No ano de 2008, a Secretaria propôs um currículo básico para as escolas da rede estadual nos níveis do Ensino Fundamental e Ensino Médio, com o objetivo de apoiar o trabalho realizado nas unidades de ensino. Uma das metas da iniciativa é o desenvolvimento dos jovens na construção da identidade, da autonomia e liberdade, do aprendizado e respeito às diferenças e às regras de convivência com os diferentes tipos de orientações sexuais.
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Não  haverá  pagamento  de bônus ', diz  secretário  sobre  escolas  s em  Saresp


Cento e cinquenta das 5.147 escolas estaduais não fizeram exame na terça.
Ele serve de parâmetro para calcular bônus dos professores e funcionários.


O secretário de Estado da Educação, Herman Voorwald, disse nesta terça-feira (24) que, nas escolas ocupadas que não fizeram o Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar de São Paulo (Saresp), os professores devem ficar sem bônus. "Não saberemos se elas atingiram a meta ou não. Em consequência, não haverá o pagamento dos bônus aos servidores", disse.
O bônus é pago às escolas que atingiram ou superaram as metas estabelecidas pelo Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo (Idesp). O índice retrata o desempenho dos estudantes e vale tanto para o ensino fundamental quanto para o ensino médio.
Segundo a Secretaria da Educação, 150 das 5.147 escolas estaduais não fizeram o Saresp nesta terça-feira (24). Elas estão ocupadas por estudantes que protestam contra a reestruturação da rede escolar.
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Estudantes denunciam pressão de diretores contra ocupações das escolas

Estudantes relatam que dirigentes tentam demovê-los da ideia de ocupar as escolas até com ameaças de retenção de certificados; também mencionam boatos que visam a enfraquecer o movimento
por Cida de Oliveira, da RBA publicado 25/11/2015 21:24, última modificação 26/11/2015 00:34
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Um dos boatos seria que ocupantes da Alves Cruz e Ciridião ocupariam a Alexandre von Humboldt
São Paulo – Das mesma maneira que cresce o número de escolas ocupadas – chegaram a 174 hoje (25) –, aumentam os boatos, ações e manipulações da opinião pública com objetivo de enfraquecer as manifestações estudantis contra a política de reorganização do governo de Geraldo Alckmin (PSDB).
Ontem, um estudante publicou numa página do Facebook que a diretora de sua escola, a Alexandre von Humboldt, localizada na Vila Anastácio, região da Lapa, recebeu ameaças de ocupação “por pessoas que ocuparam a Escola Estadual Alves Cruz, na Vila Madalena”. Outros estudantes chegaram a dizer que circulou também a informação de que o Alexandre, que funciona em tempo integral, estaria na mira dos alunos de uma outra escola ocupada, a Professor Manuel Ciridião Buarque, no Alto da Lapa.
A Alves Cruz é a primeira escola em tempo integral ocupada por estudantes contrários ao projeto de reorganização do governo de Geraldo Alckmin. “A escola está ocupada desde ontem contra a superlotação das salas, que vai aumentar com a chegada de alunos de escolas reorganizadas ou fechadas”, diz o estudante Alex Silva. De acordo com ele, pressões da direção da escola, ameaçando reter os certificados dos alunos das terceiras séries, influenciaram a decisão dos estudantes quanto à ocupação durante as assembleias. Estudantes afirmam ainda que a diretora “finge não saber do momento histórico de luta dos secundaristas e manda mensagens privadas, por celular, pedindo para que os estudantes inviabilizem a ocupação”. A conversa caiu na rede de celulares e foi determinante para a ocupação.
Os ocupantes da Ciridião relataram à reportagem da RBA ameaças desde segunda-feira, quando começou a ocupação. “Professores contra gritaram e ameaçaram. A direção também ficou na escola espalhando terror. Até apareceu uma supervisora de ensino e uma galera da delegacia de ensino”, disse um dos alunos na ocupação.
“Repressão mesmo, mas estávamos em muitos e sabíamos o que queríamos. Depois de muita conversa, assembleia, advogados e polícia, eles ‘cederam’. Nossa advogada pediu para que saíssem da escola, e depois de um dia de discussão, eles saíram. Durante o primeiro dia rolou muita coisa, como a secretaria trancar os portões e não nos deixar entrar e nem sair. Depois de muita luta, tomamos conta dos portões e ocupamos a nossa escola. A direção ainda vem tentar entrar, ronda a escola, pressiona. A polícia vem, pede pra entrar, pressiona, quer nomes, quer números. É claro que não damos nenhum dado. Estamos todos em alerta", relata.
Os estudantes chamaram de boato a “invasão” da Alexandre von Humboldt e disseram que vão procurar os alunos para esclarecer a situação.
Em Santos, os alunos que ocupam a Escola Estadual Cleóbulo Amazonas Duarte foram surpreendidos pela burocracia estadual. Na página Não fechem Minha Escola, no Facebook, eles relatam que um suposto diretor de obras, que teve o ano todo para isso, resolveu inspecionar a escola depois que foi ocupada.
No último dia 17, o secretário da Educação, Herman Voorwald, editou a resolução número 53. “Pelo texto, as escolas que estão ocupadas estão em recesso já, em férias. E quando acabarem as ocupações estará terminado o ano letivo. Isso significa que o professor terá de trabalhar no mês de janeiro também. Isso para tentar jogar a sociedade contra os estudantes”, afirma o dirigente do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo (Apeoesp), o professor de matemática Luciano Delgado, de Guarulhos. “Até agora não está funcionando, mas isso é muito prejudicial", diz.
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TJ reconhece movimento estudantil como legítimo e na contramão estão diretores e professores contrários ao movimento



TJ reconhece movimento estudantil como legítimo e na contramão estão diretores e professores contrários ao movimento
Parece uma piada de mal gosto ler na mídia a serviço do poder que diretores e professores estão contra o movimento dos estudantes  e a invasão das escolas.
Em trinta anos de  magistério nunca vi  tantos estudantes se envolverem em movimentos de defesa da escola pública,a grande reclamação dos professores sempre foi a total "apatia" dos jovem sempre que ocorreram greves do magistério,e no que estamos vendo neste momento é a ignorância dos tais "professores despolitizados" e dos diretores que estão à serviço do governo pressionando para acabar o movimento.
Absurdo! Diretores sempre foram cães de guarda do governo e estão fazendo seu papel,infelizmente muitos professores que estão criticando o movimento só estão pensando no seu próprio umbigo,pois acham que não serão prejudicados com a reorganização,provavelmente sua "escola" saiu levando a melhor na mudança,acusando o movimento de politico.Escoria do magistério!
Todo movimento social é politico,é obvio que alguns partidos se  envolvem tentando tirar proveito,mas os estudantes não são os "burros" que muitos professores adoram rotular nos intervalos das  escolas e nos conselhos,eles sim estão dando uma verdadeira aula de resistência em defesa da escola pública e não estão sendo levados ao movimento atrás de "aumento de salário"com a bandeira de que isso vai trazer mais qualidade no ensino público. Hipócritas.  Sindicatos e grupos que se dizem de movimentos sociais     também estão tentando tirar proveito do movimento  que é legitimo e não está ai para ser manipulado.é uma verdadeira batalha contra os gigantes da hipocrisia...mas a luta pela escola pública neste momento tem um protagonismo diferente...o aluno e isso pode mudar muita coisa... não estamos mais lidando com "burros" ou "desajustados" estamos lidando com sujeitos...sim...sujeitos capazes de escrever uma nova história na educação paulista.
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PARTICIPEM!!! A sua presença é muito importante para a melhoria da qualidade de ensino da escola.


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SIMBORA PARTICIPAR DO NOSSO ARRAIÁ PESSOAR!



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OPORTUNIDADE DE APRENDER UMA LÍNGUA ESTRANGEIRA GRATUITAMENTE!!!

As inscrições para o curso de espanhol online seguem abertas

Categoria Interessados em aprender um novo idioma podem se inscrever até o término das vagas
Voltado para os alunos do Ensino Fundamental, do Ensino Médio e da Educação de Jovens e Adultos (EJA), o curso online de espanhol, oferecido pela Escola Virtual de Programas Educacionais (EVESP), em parceira com a Universia Brasil, pode te ajudar a aprender um novo idioma e melhorar o seu currículo. As aulas podem ser assistidas fora das salas de aula, pelo Acessa Escola, ou em qualquer outro acesso que tenha internet.  Para se inscrever, bastar acessar aqui.
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São 3,6 mil vagas disponibilizadas e restam menos de mil. São dez módulos com carga horária de 60 horas e quando um deles é disponibilizado quando o aluno atinge 80% de acerto na avaliação do módulo anterior. Toda a plataforma é autoexplicativa e fica disponível 24 horas por dia.
Com foco em situações do cotidiano, os estudantes desenvolvem durante o curso habilidades de fala, leitura e escrita, abrangendo a gramática da língua, tempos verbais, adjetivos e advérbios. O aluno que concluir todas as etapas recebe o diploma.
Acesso para ex-alunos
Além dos estudantes matriculados neste ano na rede, os egressos também podem participar do programa. Para tanto, precisam comprovar a autenticidade e a veracidade de seus Históricos Escolares (Carimbo de Visto Confere, Lauda no Suplemento do Diário Oficial ou número GDAE Concluinte).
Aqueles que ainda não tiverem a sequência numérica R. A. (Registro do Aluno), podem enviar e-mail para sua a escola ou para a Diretoria de Ensino, com nome completo e RG, para que a equipe do Núcleo de Vida Escolar (NVE) faça manualmente a inserção do RA no Cadastro de Alunos.
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O DESCONHECIDO NAS ESCOLAS

Um "demônio mexicano" que atende pelo" nome francês de CHARLIE" está causando tumultos nas escolas

Uma nova lenda urbana  ganhou repercussão internacional através das redes sociais. “Charlie Charlie”   é um suposto demônio mexicano que é invocado por adolescentes e pré- adolescentes através de um papel com 4 quadros com as palavras “sim” e “ não” onde são sobrepostos dois lápis em formato de cruz ,é feita a pergunta “Charlie Charlie, você está aí?”e segundo os praticantes o tal espirito é  capaz de responder várias perguntas. Nas décadas passadas brincadeiras semelhantes eram feitas com copo ou  compasso, mas o tal espirito não tinha nome.
O caso do “Charlie” esta ficando sério e tumultuando muitas escolas pois o que não falta é gente que  acredita  no “ demônio mexicano “ e se apavorar com a ideia de uma suposta  manifestação na escola. 
Os pesquisadores mexicanos afirmam que não existe nenhum demônio mexicano com nome de "Charlie" e se  fosse mesmo do México se chamaria ‘Carlitos’“.Na realidade o demônio mexicano “Charlie” é americano,golpe de marquetiros para divulgar um novo filme.
É incrível que um vídeo “viralizado” cause tamanha repercussão, e alunos tão "antenados"e destemidos internautas se apavorem com um suposto demônio mexicano que atende por um nome francês.(risos)...é o sobrenatural está mesmo globalizado.
Vamos colocar um pouco de ciência no caso: Charlie é apenas mais uma brincadeira que usa a gravidade ,pois um lápis serve de   base de contato para o outro lápis  ,dai o  atrito entre as peças  é mínimo  e considerando  o fato de que a ponta do lápis é a extremidade mais leve do que a outra,  apena um "sopro" no lápis ou mesmo qualquer  pequena vibração na mesa faz o  lápis se mover.

Alunos  alegam  mal-estar  após  'Charlie Charlie',  e  escola  no  Amazonas, convoca os pais:

Conselho tutelar também foi acionado após brincadeiras de estudantes.
Secretaria de Educação do Amazonas diz que caso é acompanhado.

Um ritual de invocação de espíritos causou tumulto na Escola de Tempo Integral José Carlos Mestrinho, localizada na Zona Sul de Manaus, na quarta-feira (27). Segundo alunos ouvidos peloG1, estudantes passaram mal após a brincadeira "Charlie Charlie". Nesta quinta-feira (28), a direção da unidade convocou uma reunião com pais de alunos e com o Conselho Tutelar da área. A Secretaria de Estado de Educação do Amazonas (Seduc) informou que ao menos quatro unidades da capital registraram confusão em razão da brincadeira.
Escola fica localizada na Zona Sul da capital (Foto: Luis Henrique de Oliveira/G1 AM)Escola fica localizada na Zona Sul da capital (Foto: Luis Henrique de Oliveira/G1 AM)
O ritual "Charlie Charlie" envolve colocar dois lápis um em cima do outro em forma de cruz, e escrever as palavras "sim" e "não" nos quadrados formados por eles. O invocador deve então perguntar "Charlie Charlie, você está aí?". Se um dos lápis se mover para a palavra "sim", o espírito estará presente. Imagens que teriam sido registradas no momento da confusão mostram estudantes sendo socorridos. Uma aluna é retirada de uma das salas. Ela é levada em uma maca e uma outra é carregada por um homem. "Ela estava delirando, não falando 'coisa com coisa', falando que não era pra deixar ninguém levar ela (sic)", disse Magrizaira Raitz, mãe de um dos alunos da escola.
Vídeos na internet mostram usuários invocando espírito Charlie (Foto: Reprodução/Vine/Salvador Raya)Vídeos na internet mostram usuários invocando
espírito Charlie (Foto: Reprodução/Vine/Salvador
Raya)
Os estudantes disseram que alguns professores chegaram a pedir que a brincadeira parasse. À Rede Amazônica, familiares de alunos disseram que os jovens estão traumatizados e que não querem mais ir para a escola.
Relatos apontam que houve confusão nos corredores da escola, situada no bairro Crespo.
"Ontem, uma menina do 8º ano começou com a brincadeira do 'Charlie'. Uma menina disse que viu o 'demônio', e outra começou a ver e espalhar para escola toda. As meninas começaram a desmaiar, ter convulsões, os pequenos do 1º ao 6º ano começaram a se enforcar a se bater", disse uma das alunas da escola. Ela não quis ser identificada.
A avó de alunos que estudam na unidade afirmou que os netos relataram situação de caos. "Tinha bastante criança jogada no chão sem saber o que estava acontecendo", afirmou. "Meus netos chegaram contando que uma garota que estava com o lápis chamando pelo nome de um espírito que já morreu, e aí começaram a 'pegar' espírito", acrescentou a avó, que também não quis ser identificada.
Nesta sexta-feira (28), um aviso no portão da escola informava sobre uma reunião com pais. A reportagem não teve acesso ao encontro. A mãe de uma estudante que participou da reunião disse ao G1 que a direção da escola irá apurar o caso e identificará alunos envolvidos na confusão. "O que a diretora da escola falou foi que era proibido a entrada de celular na escola, que isso não foi de responsabilidade deles e sim das crianças que entraram com o celular e estavam vendo os vídeos e que eles iam tomar providencias sobre essa criança que fez essa brincadeira. Falaram que eles não podiam realmente ter liberado as crinças ontem do jeito que ele estavam, desesperados, devido ao monte de criança desmaiada, vomitando", relatou a mãe, que não quis ser identificada. O Conselho Tutelar da área também participou da reunião. "A gente vai primeiro ver o que realmente aconteceu para dar os encaminhamentos devidos", disse a conselheira Maria Dalva Guimarães. A Secretaria de Estado de Educação do Amazonas informou, por meio de nota, que as ocorrências estão sendo acompanhadas pelas Coordenadorias Distritais de Educação. "As escolas com casos recentemente notificados foram instruídas a dialogar com os pais de modo a fazer cumprir os regimentos internos escolares", diz.
Lucimara Mediadora Escolar
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VALORES... O QUE SÃO?

Valores são o conjunto de características de uma determinada pessoa ou organização, que determinam a forma como a pessoa ou organização se comportam e interagem com outros indivíduos e com o meio ambiente.
A palavra valor pode significar merecimento, talento, reputação, coragem e valentia. Assim, podemos afirmar que os valores humanos são valores morais que afetam a conduta das pessoas. Esses valores morais podem também ser considerados valores sociais e éticos, e constituem um conjunto de regras estabelecidas para uma convivência saudável dentro de uma sociedade.
Alguns autores afirmam que nos dias de hoje a maior crise que o ser humano pode enfrentar (e que estamos enfrentando) é uma crise de valores, pois essa crise vai afetar a humanidade, que passa a viver de forma mais egoísta, cruel e violenta. Assim, é necessário enfatizar a importância de bons exemplos na sociedade, pois a transmissão de importantes valores humanos consiste na base de um futuro mais pacífico e sustentável.

LUCIMARA MEDIADORA ESCOLAR
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Pensamento do Dia

" Milagres acontecem quando a gente vai à luta"
(Poeta Sérgio Vaz)


"Viver é como andar de bicicleta: É preciso estar em constante movimento para manter o equilíbrio"

(Albert Einsten)


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